segunda-feira, 3 de outubro de 2011

New York City, USA - Setembro de 2011

Top of the Rock - NYC, Set2011 Newark Airport - Airtrain, 2011Times Square - NYC, Set2011Times Square information Center - NYC, Set2011B&H Photo - NYC, Set2011Battery Park - NYC, Set2011
Nacional Museum of American Indian - NYC, Set2011Charging Bull - NYC, Set2011Charging Bull - NYC, Set2011Trinity Church - NYC, Set2011wall Street - NYC, Set2011South Street Seaport - NYC, Set2011
South Street Seaport - NYC, Set2011South Street Seaport - NYC, Set2011St. Paul's Chapel - NYC, Set2011St. Paul's Chapel - NYC, Set2011Subway - NYC, Set2011Top of the Rock - NYC, Set2011
Top of the Rock - NYC, Set2011 Rockefeller Center - NYC, Set2011St. Patrick's Cathedral - NYC, Set2011 Rockefeller Center - NYC, Set2011 MoMA - NYC, Set2011 MoMA - NYC, Set2011

NYC - Resumo, um álbum no Flickr.

Seleção de fotos mais representativas da viagem para New York City em Setembro de 2011

Fotos: Times Square, Wall Street, Pier 17, Top of the Rock, Rockefeller Center, Moma, St. Patrick Cathedral, loja da Apple (Cubo em reforma), loja Fao Schuwarz, Complexo gastronônico Eataly, museu Madame Tussaud, Estatua da Liberdade, Ellis Island, bairro e ponte do Brooklin, bairro do Harlem, City Hall, Ground Zero, Roosevelt Island, MET, Chelsea Market, Little Italy, Chinatown, Columbus Park, Washington Square, Central Park, bairro do Harlem, Columbia University, Coral de Igreja Batista, Intrepid Museum, Circle Line Sightseeing Cruises (final de tarde), Water Taxi, American Museum of Natural History, Solomon Guggenhein Museum, Empire State Building Observatory Deck, Grand Central Terminal e bairro do Queens.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

DEVASSA - Mico Gastronômico no GRUPON

Alguns estabelecimentos acham que oferecer qualquer porcaria ao cliente com desconto vai deixá-lo feliz.
Na minha modesta opinião eles se enganam profundamente.
Ontem fui ao Devassa da  Berrini emSão Paulo para utilizar um cupom de desconto que comprei no Grupon que  oferecia um Rodízio MICO de petiscos e 2 chopps claros (o mais comum) que teoricamente você pagaria R$ 70,10 por R$ 27,99.
Ao chegar lá o garçon informou que só poderia ser consumido por uma única pessoa pois se tratava de um rodízio. Primeiro que no anúncio esta informação não estava explícita, mas o garçon simplesmente informou que se a outra pessoa "ousasse" provar qualquer item do tal rodízio seria cobrado um valor de outro (sem desconto, é claro).
Me entupiram de coisas baratas e ruins como uma porção enorme de batata frita, um pratinho com carne seca desfiada uma meia dúzia de croquete meia boca.

NÃO SERVIRAM: anéis de lulas empadas com molho golf, picanha fatiada com batata Devasse ao molho campanha, os cubos de filé ao molho roti da casa com cebola, 
massa de mandioca e mostarda escura, costelas de porco marinadas ao molho barbecue, queijo coalho derretido com tomate, pequenos e suculentos pedaços de coxa e peito de frango e muito menos molhos ble-ble-ble.


Resumo: O valor pago cobriu os gastos com petiscos servidos. Eu fui muitas vezes na Devassa do Rio, porém, nunca mais piso em outra Devassa, nem compro mais nada no Grupon.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Diferença entre Poupar R$100 e Dever R$100

Recebi este texto por e-mail e provavelmente centenas de pessoas já publicaram por ai, mas é um alerta para quem gosta de gastar o que não tem. Infelizmente não sei quem foi o autor ou autora.

"SAIBA A DIFERENÇA ENTRE POUPAR R$ 100,00 E DEVER R$ 100,00 PELO MESMO TEMPO, NO ATUAL SISTEMA TRIBUTÁRIO E FINANCEIRO NO BRASIL.

Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança em qualquer banco, no dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do Real), teria hoje na conta a FANTÁSTICA QUANTIA de R$ 374,00(Trezentos e Setenta e Quatro Reais).

Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma pequena dívida de R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinqüenta e Nove Reais), no mesmo banco.

Ou seja: com R$ 100,00 do Cheque Especial, ele ficaria devendo 9 Carros Populares, e com o da poupança, conseguiria comprar apenas 3 pneus.
Não é à toa que o Bradesco teve quase R$ 2.000.000.000 (Dois Bilhões de Reais) de lucro liquido somente no 1º semestre, seguido de perto do Itaú e etc...

Dá para comprar um outro banco por semestre!

E os juros exorbitantes dos cartões de crédito?

VISA cobra 10,40 % ao mês
CREDICARD cobra 11,40 % ao Mês.
Em contrapartida a POUPANÇA oferece 0,62 % ao mês.
e o saldo do FGTS pouco mais de 3% a 6% ao ano"

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Jordânia, o Deserto de Wadi Rum e Petra

Conheci apenas o sul da Jordânia passando por Aqaba, o deserto de Wadi Rum, Wadi Musa e Petra. Do pouco que vi, encontrei boas estradas e boa infra-estrutura.
A empresa de turismo forneceu um serviço profissional. Contratei um motorista para fazer o translado e um tour em Wadi Rum através do site Guias de Wadi Rum. Fiz a reserva por e-mail e tudo funcionou perfeitamente bem.
Todos foram atenciosos e não senti nenhuma tentativa por parte dos jordanianos em tentar ganhar um dinheiro extra (que infelizmente é muito comum no Egito).
A Jordânia é um país surpreendentemente belo.

Moeda
O dinar, a moeda local é valorizada. Um dinar equivale a U$ 1,41.

Imigração
Entrar na Jordânia por terra, a partir da fronteira sul com Israel foi simples, sem fila e sem burocracia. Brasileiros que permanecerem no país até um mês podem tirar o visto na hora.
A taxa de imigração só é cobrada na saída.

Transportes
Não existe muita opção de transporte coletivo. Da fronteira sul para a cidade de Aqaba é necessário pegar um taxi.
Há algumas linhas de ônibus que saem de Aqaba para Wadi Rum e Wadi Musa (Petra), mas os horários são bastante limitados. A maneira mais simples, porém cara, é contratar um motorista ou taxista. A diferença é que os motoristas utilizam carros particulares e não possuem restrição para chegar próximos a fronteira, como é o caso de alguns taxistas.
A viagem da fronteira de Aqaba para Wadi Rum custou 25 dinares e a viagem de Wadi Rum para Petra custou 45 dinares.
Segundo o motorista que fez o translado para Wadi Rum, os trens são utilizados apenas para transporte de carga.

Hospedagem
Existem alguns alojamentos beduínos no meio do deserto de Wadi Rum, porém o custo X benefício nem sempre compensa. Há opções a partir de 25 dinares por pessoa, com jantar incluído. Vale pela experiência, porque não são muito confortáveis.
Quem preferir pode ficar em Aqaba ou ir para Wadi Musa (Petra) que possuem uma maior variedade de hospedagens.
O Petra Gate Hostel e Hotel que oferece suite para casal a partir de 10 dinares.

O deserto de Wadi Rum
Ouvir o silêncio do deserto, sentir o vento quente, escalar as pedras e andar pelos cânios e dunas de areia é inesquecível e imperdível.
Os guias oferecem um tour a pé, a cavalo ou camelo e de jipe que duram de 2 horas até o dia inteiro.
Fazer o passeio de jipe permite conhecer uma extensão maior do parque e o calor não fica tão evidente por causa da cobertura no teto que protege do sol e o vento que refresca quando o veículo atinge uma certa velocidade.
Gasta-se em torno de 70 dinares, o jipe, com motorista / guia para um o dia inteiro, incluindo o lanche e água para 2 pessoas.

Petra
Uma das sete maravilhas do mundo moderno, recebe centenas de turistas todos os dias. Muitos fazem um bate e volta saindo de Aman ou mesmo do Egito ou de Israel.
Se tiver mais tempo, programe 2 dias de passeio, principalmente se quiser explorar todo o parque, passando pelas 2 trilhas alternativas. Além disso, o valor da entrada (a partir de novembro de 2010) é de 50 dinares para um dia e por volta de 55 dinares para 2 dias.
É possível andar por todo o parque num único dia, como foi o meu caso, mas para isso suas pernas precisam estar preparadas para andar por aproximadamente 10 horas seguidas!
Trilha 1: Tumba do Soldado Romano, passando pelo altar no topo da montanha, High place of Sacrifice.
Trilha 2: Monastério. No final da trilha principal, existe uma trilha que leva ao topo de outra montanha.

Detalhe: petra fica num vale e a maioria dos hotéis ficam na cidade de Wadi Musa distante uns 2 km, morro acima. Para chegar ao parque muitos acordam bem cedo e vão à pé, mas a volta é bem cansativa. Os taxistas que ficam na saída do parque cobram até 5 dinares, mas o valor correto é de apenas 1 dinar.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Israel - Passando pelas Fronteiras com Egito e Jordânia

Há diversos relatos sobre dificuldades para passar pelas fronteiras de Israel. Nesta viagem eu tive que passar por elas 3 vezes: a primeira saindo do Egito pela cidade de Taba e entrando em Israel pela cidade de Eilat, depois saindo de Israel também por Eilat e entrando na Jordânia pela cidade de Aqaba e depois retornando a Israel pela mesma fronteira Sul, saindo da Jordânia.

Do Egito para Israel
Peguei um ônibus de linha da empresa East Delta Bus que saiu do Cairo as 22:30 horas. Depois de percorrer uns 500km em 6 horas de viagem, na madrugada do dia seguinte chegamos a Taba. O ônibus de linha vai para a estação central, mas normalmente o motorista arrecada 5 libras egípcias dos passageiros que pretendem cruzar a fronteira e para bem pertinho (parece que a estação fica distante uns 2 km).
A saída do Egito não levou mais do que 10 minutos, contando o tempo para preencher um pequeno formulário de saída. Os turistas só pagam a taxa na entrada de U$ 15,00.
Depois de uma pequena caminhada por uma estrada de uns 200 metros que separa os 2 países, chega-se em Israel. Neste momento o Mar Vermelho refletia os raios do sol que começava a despontar no horizonte.
A primeira verificação foi rápida, foram uns 15 minutos de fila até que um soldado israelense checou o meu passaporte. A seguir, entrei em uma área coberta por um toldo, com ventilado, ar condicionado e com um organizador de filas (do tipo que tem no Hopi-Hari). Naquela hora da manhã já havia uma centena de pessoas na fila. Depois de uma hora de espera novamente verificaram meu passaporte e fizeram perguntas básicas sobre o motivo de minha entrada em Israel, o que eu iria fazer, se conhecia alguém e por quanto tempo ficaria no país.
Na terceira fase a bagagem passa pelo raio-X rigoroso e as pessoas por um detector de metais. Por último entrei em outra fila, aguardando para passar efetivamente pelo controle imigração, que faz perguntas semelhantes e depois carimba o seu passaporte.
Apesar de demorado, estava tudo bem organizado. O problema maior foi a quantidade de turistas.
Nenhuma taxa é paga na entrada do país.

Do Sul de Israel para a Jordânia
Para sair por terra de Israel é necessário pagar uma taxa de 96 Shekels, que dá em torno de uns U$ 27,00. Cheguei na fronteira de manhã, mas já havia um batalhão de turistas em grandes grupos.
A primeira coisa é entrar numa fila, sem muita informação, para comprar um selo. Se não estiver sozinho, a dica é uma pessoa fica na fila para comprar o selo e o outra na fila do processo de saída. Esta segunda fila é bem mais demorada, mas levou em torno de 40 minutos.
A seguir faz-se uma caminhada por uma estrada de uns 100 metros até chegar na Jordânia.
Os soldados jordanianos foram extremamente simpáticos na entrada. Sorriam e perguntavam a minha origem. Sem fila nenhuma checaram meu passaporte e numa área coberta, sua bagagem passa pelo raio X e logo depois numa pequena janela você solicita o visto e numa segunda janela retira o passaporte já carimbado, sem nenhuma burocracia.

Retornando para Israel pelo Sul da Jordânia
Para sair da Jordânia por terra a taxa é paga na saída. Em torno de U$ 15,00.
O meu retorno para Israel ocorreu no período da manhã e talvez tenha sido um ótimo horário porque a maioria dos turistas que passam pela fronteira Sul vão fazer passeios de um dia na Jordânia e voltam no final da tarde.
O processo de entrada para Israel pela Jordânia é igual ao descrito na fronteira com o Egito, mas desta vez a fila estava muito menor.
Não quis arriscar voltar para Israel pelo norte.

domingo, 31 de outubro de 2010

Egito, o país das gorjetas

Conhecer o Egito sempre esteve no topo da minha lista de lugares a serem visitados, mas lia tantos comentários negativos e dificuldades que acabava desistindo.
De fato, grande parte da população que se relaciona com o turista possui um caráter terrível. Eles querem tirar o seu dinheiro de qualquer maneira e acham que a gorjeta faz parte do pagamento pelo serviço prestado.
O taxista vai te enrolar para você pagar mais caro, o guia turístico gastará o maior tempo possível nas lojas de artigos diversos ao invés de te levar aos locais turísticos. Vão te empurrar passeio de camelo, charrete, cavalo ou qualquer coisa do tipo. Outros oferecerão um passeio barato, para ir, mas para voltar você terá que pagar uma fortuna.
Quando alguém abre a carteira eles esticam o pescoço de uma tal forma que conseguem contar todo o dinheiro em menos de 2 segundos.
Você passa o dia todo apreensivo, preocupado e desconfiado de todo e qualquer egípcio que se aproxime. Quase todos os turistas que conheci foram lesados de alguma maneira e saíram do Egito insatisfeitos.
Eu saí exausta de passar cada segundo desconfiando de que alguém iria tentar me enrolar.
O pior é saber que este é um problema dos países em desenvolvimento, inclusive o Brasil e o problema é que só existem perdas com este tipo de comportamento.

Apesar de tudo, navegar no Rio Nilo, ver o nascer e o por do sol e poder ver de perto tantas construções grandiosas é algo indescritível. Além disso, existem pessoas corretas que prestam um serviço profissional.

Imigração
O aeroporto do Cairo é desorganizado e bagunçado. O visto é obtido na hora, mas antes de passar pela imigração é necessário comprar um selo que custa U$ 15,00. Não existe nenhuma informação, mas as casas de câmbio que ficam dentro da área de trânsito internacional vendem o selo.
Ao passar pelo controle de imigração o funcionário só carimbou o passaporte sem abrir a boca.

Transporte do Aeroporto para o Hostel
Li tantos conselhos para não pegar um taxi do aeroporto que combinei antecipadamente um motorista para me levar.

Hospedagem
No Cairo me hospedei no Dina's Hostel que fica localizado no centro. Fica há uns 10 minutos de caminhada de uma estação de metrô, uns 15 a 20 minutos do Museu do Cairo.
O prédio é super antigo, no estilo dos prédios que encontramos aqui no centro de São Paulo, com elevador de madeira e porta de ferro que você mesmo precisa fechar e quando ele começa a subir ou descer você tem que ir torcendo para ele não despencar.
O hostel ocupa o quinto andar do prédio e possui apenas 2 banheiros, que pode ser um problema na alta temporada.
Os quartos são amplos e os beliches são de madeira resistente, mas os colchões estavam cedendo e não possui ar condicionado.
Uma das noites estava tão quente e abafada que o ventilador estava em cima de mim e eu continuei suando e não consegui dormir.
O café da manhã está incluído, mas é bem simples.
Os funcionários que trabalham à noite quase não falam inglês, mas a Dina, a dona do hostel, é bastante profissional. Ela faz a diferença.

Metrô
O metrô possui poucas linhas e, diferente do que eu havia lido antes da viagem, pode ser utilizado por turistas sem nenhum problema, inclusive o nome das estações estão escritas em árabe e em letras romanas, o que facilitou muito.
A passagem é extremamente barata, custa apenas 1 libra egípcia (em torno de R$ 0,35). Existem 2 ou 3 vagões só para mulheres.

Cairo
O centro do Cairo é uma mistura da Av. São João, com seus prédios antigos, e a R. 25 de Março e a José Paulino, repletas de lojas e camelôs. Possui o trânsito mais confuso que já vi em toda a minha vida. São raros os faróis que funcionam e alguns cruzamentos são controlados por guardas, que até são respeitados. Os pedestres atravessam em qualquer lugar e no meio dos carros que buzinam sem parar, fecham os outros carros, mudam de faixa sem dar seta.
Grande parte da população é muçulmana. A maioria das mulheres usam véu e roupa de manga comprida, mas casais andam de mãos dadas, alguns até abraçados.
As Pirâmides
Para conhecer as pirâmides de Guiza (ou Gizé) pegue o metrô até a estação EL Guiza e depois ande por uns 20 minutos (o que pode ser bem cansativo no sol escaldante). Se tiver estômago, pegue um taxi. Mesmo cobrando um valor maior, será barato. Outra opção é contratar um motorista. Algumas agências conseguem entrar com os veículos dentro do parque e estacionam ao lado das grandes pirâmides.
Muitos falam que é perigoso andar sozinho pelas pirâmides, mas não tem problema nenhum. Não contrate um guia. São inúteis e para piorar só atrapalham.
Não é necessário andar de camelo, dá para conhecer tudo a pé. Leve um bom protetor solar, uma sombrinha ou um chapéu e estará suficientemente protegido. Se tiver boa disposição conseguirá chegar até os pontos mais distantes que dão uma visão mais ampla de várias pirâmides de uma só vez.

Alimentação
A alimentação no Egito é barata. Se você está acostumado a comida árabe servidas no Habib's não passará fome (fica bem longe da qualidade de um Almanara).
Para os mais carnívoros, servem sanduíches a base de carne de carneiro, semelhante ao churrasquinho grego servido no centro de São Paulo.
Na aparência, tudo parece muito sujo. Acho que eles nunca ouviram falar de vigilância sanitária. Então, feche os olhos e imagine que tudo seja bem limpo. Felizmente não tive nenhum problema intestinal, então, talvez eu esteja realmente exagerando.

Trem noturno para longas distâncias
Há diversos trens que saem do Cairo ou de Alexandria e vão até Aswan, passando por Luxor. O tempo de viagem do Cairo até Aswan pode variar de 12 a 15 horas.
A opção mais confortável, porém mais cara é o trem da empresa Abela Egypt. A cabine dupla tem 2 camas. Os trens não são de última geração, mas eu achei que valeu a pena, pois passei uma noite inteira viajando e cheguei bem descansada.
O jantar e o café da manhã estão incluídos, mas o jantar da ida e da volta tinham coisas estragadas. E até lá o atendente quer tirar vantagem dos turistas. Vende água batizada, isto é, reaproveitam as garrafas já usadas.

Cruzeiro pelo Rio Nilo
As embarcações
Os barcos são vendidos como navios 5 estrelas, mas acho que perderam 2 estrelas no meio do Rio Nilo. Mesmo assim tem piscina e o quarto é confortável com TV, ar condicionado, banheiro e todas as refeições estão incluídas.
Existem diversas empresas que oferecem o cruzeiro de 2 até 5 noites. Eu fiquei com a sensação de que a rede Sonesta seja uma das melhores opções.
O meu barco era mais antigo. O ar condicionado não funcionou direito e o restaurante tinha um serviço militar. As cadeiras eram grandes demais para as mesas e os funcionários nos obrigavam a sentar sempre no mesmo lugar. Várias mesas estavam vazias e a minha mesa estava lotada. Nós todos comíamos encolhidos como se estivéssemos no setor econômico de um avião. Se você tentasse mudar de lugar, vinha um funcionário de mandando sair e voltar para a sua mesa original. Era uma piada!
Para quem quiser economizar as felucas são bem mais simples, menores e portanto mais baratas.

Não há muito rio para se percorrer entre Aswan e Luxor, por isso, se passar mais de 2 noites no barco, com certeza passsará o restante do tempo atracado em algum cais.
O meu pacote foi de 3 noites, mas eu aconselho a fazer o seguinte: ficar 2 noites no barco, saindo de Aswan. Chegando em Luxor, faça a transferência para um hotel mais ao centro e fique por pelo menos 2 noites. Alguns barcos atracam numa região que fica a uns 4 km do centro. A cidade é bem movimentada e há diversas opções de hospedagem.

O Nilo e as Construções Faraônicas
Foi a melhor parte da viagem no Egito. Em Aswan fui a ilha Elefantini que tem um velho museu. É um passeio rápido e feito no período da manhã para matar o tempo. Logo depois do almoço uma van te leva para conhecer a represa (high dam) que nada mais é do que parar o carro por uns 10 minutos numa ponte e apreciar a vista do alto. Em seguida, visita-se o Templo de Philae (Felaya Temple) no final de tarde.
No dia seguinte de madrugada, por volta das 4 horas, a van passa para pegar os hóspedes nos hotéis e barcos. Os veículos formam um comboio para depois pegar a estrada para o sul do Egito, quase fronteira com o Sudão (antiga Núbia), até os templos de Abu Simbel no Lago Nasser. São 3 horas de viagem. Uma hora e meia de visita é tempo suficiente para conhecer os 2 templos e dependendo do horário o sol é tão quente e o interior dos templos abafados que as pessoas não aguentam muito.
Nota: É um passeio imperdível, mas nem sempre está incluído no pacote. Se não estiver, contrate!
No final da tarde, por volta das 16 horas do 2o. dia o Barco começou a descer o Rio Nilo em direção a Luxor. Por volta das 19 horas o barco atracou ao lado do Templo de Kom-Ombo onde fizemos uma rápida visita ao templo. O barco seguiu na mesma noite até a cidade de Edfu.
A visita ao templo de Edfu foi realizada no dia seguinte pela manhã, indo de charrete até o local. O período da tarde foi navegando pelo Nilo até a cidade de Luxor onde o barco atracou no final da tarde.
O 4o. e último dia do cruzeiro foi o mais corrido. Logo pela manhã depois do check-out no barco nos levaram de van para o Vale dos Reis, Vale das Rainhas, uma paradinha para fotos no Colosso de Memnon e Visita ao Templo da Rainha Hatshepsut.
O almoço foi em um restaurante a beira do Nilo, sem opção de escolha.
A tarde, visita ao espetacular Templo de Karnak e por fim o Templo de Luxor.
Por volta das 20horas o motorista me deixou em um hotel, onde fiquei aguardando no saguão até as 21:30 horas quando me levaram a estação de trem.

Custos
Além dos gastos já previstos com passagem, hospedagem e alimentação (quando não incluída), você paga para entrar nos templos, pirâmides e outras atrações.
Estudantes que portarem a carteirinha internacional, pelo menos, pagam metade do preço.
No Vale dos Reis a entrada dá direito a entrar em 3 tumbas, mas para visitar a tumba de Tutankamon paga-se um valor adicional.
Por fim, não se esqueça das gorjetas. O guia turístico, o motorista, a equipe do barco e até o agente de viagem (um carinha que aparece de vez em quando no barco para te dizer o que vai acontecer) esperam uma grana extra.

sábado, 30 de outubro de 2010

Londres e Greenwich


É fácil perceber que chegamos ao primeiro mundo quando desembarcamos no aeroporto de Heathrow. É imenso, mas não deixa nada a desejar. É Moderno, muito bem sinalizado e tem um freeshop gigantesco, com uma grande diversidade de lojas.

Imigração
Passar pela imigração não é nenhum bicho de 7 cabeças. O funcionário pode fazer apenas uma simples pergunta. Tudo realmente depende da atitude do viajante e se você tem hospedagem, passagem de volta, sabe quantos dias permanecerá no país e responder as perguntas normalmente não terá nenhum problema.
O Reino Unido não exige o seguro viagem, mas para sua própria segurança é importante ter, mesmo se for o serviço oferecido pelo Cartão de Crédito.

Transporte do Aerporto para o Centro
Para se chegar ao centro a partir do aeroporto a opção rápida é usar o trem expresso que chega ao centro em 15 minutos. A opção mais barata é pegar o "Tub", o metrô que passa nos 5 terminais e é bem prático, mas levará de 40 a 50 minutos para se chegar a zona 1 da cidade (parte central)
Uma boa dica é comprar o cartão Oyster. Paga-se 3 libras pelo cartão e mais um valor de crédito que será debitado sempre que for utilizado. A passagem fica muito mais barata e no final da viagem, você devolve o cartão e o crédito remanescente e as 3 libras pagas inicialmente são devolvidas.

Hospedagem
Fiquei hospedada 2 noites no Generator Hostel. É muito grande, possui em torno de 800 camas distribuídas em 5 andares com acesso por escada ou num pequeno elevador.
Os banheiros são limpos, mas ficam ruins nos horários de pico (a mulherada é bem porca!).
O prédio é barulhento. Mesmo os quartos qualificados como mais tranquilos, pois ficam distantes do bar, quando próximos ao elevador e banheiro se ouve o secador de mão e o elevador que fica "roncando" a noite toda.
Possui uma sala para deixar as bagagens antes do check-in ou depois do check-out, mas as malas ficam todas juntas espalhadas pelas prateleiras lotadas.
Por outro lado é bem localizado. Fica a uns 200 metros da estação Russel Square e vindo do aeroporto não precisa nem fazer baldeação.
Se tiver uma boa disposição dá para chegar aos principais pontos turísticos a pé, com exceção da ponte de Londres.

Ônibus Turístico
Continua sendo uma boa opção para se conhecer a cidade, principalmente para os locais mais distantes como a ponte de Londres. Com o ingresso custa em torno de 26 Libras e vale por 24 horas e dependendo do horário do primeiro uso, você consegue passear por até 2 dias.
Outra vantagem é que o ingresso também dá direito a passear pelo Rio Tâmisa e ir até Greenwich de barco.

Chinatown
Em Londres o bairro chinês é bem marcante. Possui uma diversidade de restaurantes que são servem pratos distintos dependendo da região de onde é baseada a culinária.
Alguns restaurantes deixam expostos os patos assados e dourados pendurados na vitrine.

Greenwich
A cidade tem um pequeno centro comercial próximo ao porto, alguns museus e o Observatório Real por onde passa o meridiano que separa a Terra em Oriente e Ocidente.
O passeio de uma tarde vale a pena, se você gosta de andar de barco e gosta de cidades bucólicas.
Há uma estação de trem para quem preferir usar um meio de transporte mais seco ou se perder o último barco que volta para o centro de Londres.